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Exames Anatomia Patológica

O nosso principal objetivo é continuar na vanguarda da Anatomia Patológica e da Biologia Molecular, acompanhando os avanços tecnológicos e científicos para realizar os exames e análises mais exigentes. Desta forma, proporcionamos um serviço sempre eficiente e fiável aos nossos clientes.

Citologia Ginecológica (convencional e em meio líquido – ®ThinPrep )
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Também conhecido como teste de Papanicolaou consiste num teste de rastreio de cancro do colo do útero. É utilizado isoladamente ou em conjunto com o teste de HPV. A associação da citologia ao teste de HPV visa obter uma melhor sensibilidade e uma diminuição da periodicidade.
A colheita é efetuada na maioria dos casos pelo médico ginecologista e, é da competência do laboratório fornecer o meio de transporte correspondente ao equipamento que o laboratório utiliza.

Existem diferentes citologias em meio líquido e a opção do LAP é a utilização do ThinPrep®.
Após a colheita o produto pode ser mantido à temperatura ambiente.
No laboratório o produto é identificado e processado no TP 5000.
Após a observação ao microscópio é elaborado um relatório segundo o Sistema de Bethesda.

O objetivo é permitir a identificação das lesões que antecedem o cancro do colo do útero e permitir o seguimento e/ou tratamento adequados.

Citologia Não Ginecológica
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A biopsia aspirativa é um procedimento muito simples que permite estudar lesões localizadas em órgãos superficiais ou profundos introduzindo uma agulha de calibre muito fino, no interior da lesão que se pretende estudar e obtendo uma amostra para estudo citológico.

Esta metodologia é frequentemente utilizada para estudar as lesões nodulares da tireóide e cuja natureza determina a atitude a tomar, médica ou cirúrgica.

Ao longo dos anos a nomenclatura utilizada nos relatórios das biopsias aspirativas da tireóide tem evoluído. Em 2011, após um período de transição, foi adotada a nova nomenclatura internacional, conhecida como o Sistema de Bethesda para a citopatologia da tireóide.
Nesta classificação são consideradas seis categorias de diagnóstico e de uma forma genérica a cada um destes grupos deve seguir-se uma orientação do utente previamente determinada.

I – Não diagnóstico ou insatisfatório
Este grupo é muito importante e representa no mínimo cerca de 10% das biopsias aspirativas.
A biopsia aspirativa é uma técnica muito simples na sua execução, mas quando se introduz a agulha e se aspira o tecido do nódulo que se pretende estudar nem sempre se é bem sucedido e só é possível perceber isso na observação ao microscópio. Como é evidente, é necessário repetir o procedimento, de preferência não o efetuando de imediato. Se numa segunda biopsia o resultado se mantiver insatisfatório essa informação é suficiente para se sugerir exérese do nodulo. 

II – Benigno
Este grupo engloba diferentes patologias (nódulo colóide, tireóidite, etc.) e não têm em si uma indicação cirúrgica.

III – Atipia de significado indeterminado (Lesão folicular de significado indeterminado)
Este grupo é muito heterogéneo; engloba patologias muito distintas, que na amostra observada não reúnem as características suficientes para serem classificadas em nenhuma outra categoria. Este grupo leva obrigatoriamente a uma segunda observação, passados 6 meses. Esta segunda observação poderá permitir a inclusão do caso noutra categoria ou manter-se neste grupo, o que é uma indicação para cirurgia com o objetivo terapêutico e diagnóstico.

IV – Suspeito de malignidade
A patologia subjacente a esta categoria diagnóstica é heterogénea e em determinados casos podem ser sugeridos determinados procedimentos para esclarecer o diagnóstico. A possibilidade de a lesão ser maligna é elevada (60 a 75%), pelo que se justifica exérese cirúrgica para confirmação ou exclusão de malignidade.

V – Maligno
A probabilidade de a lesão ser maligna é muito elevada (próxima dos 100%) e tem indicação cirúrgica.

Cintec Plus (p16 e ki67)
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É um teste de imunohistoquímica que permite a deteção qualitativa da proteína p16 INK4a.
Na sequência de um exame histológico do colo do útero com as técnicas de rotina pode ser necessário pesquisar esta proteína para efetuar um diagnóstico mais preciso.

Nesses casos, o patologista informa o médico que é necessário recorrer ao CINtec® para finalizar o exame.

Há um pagamento associado que tem que ser autorizado pela utente.

www.ventana.com/cervical

Co-Teste (teste HPV + Citologia)
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Co-Teste (Cobas + ThinPrep) - O que é?

O Co-Teste é a associação da citologia líquida pelo método ThinPrep® com o teste de HPV pelo método PCR em tempo real Roche COBAS® HPV.

CARACTERÍSTICAS

1º- Maior segurança - Sensibilidade 100%;
Valor preditivo negativo 100%.*
2º- Resultado num documento único.
3º- Sugestões adaptadas das guidelines da ASCCP** 2006/2007.
4º- Preço SuperPap < Papanicoläou + Teste de HPV.
5º- Casos referidos para colposcopia – 7,9%* 

*HPV in screening and triage-The Canadian cervical cancer screening trial (CCCAST); HPV TODAY N15 June 2008.
** ASCCP-American Society for Colposcopia and Cervical Pathology

A infeção por vírus de alto risco é muito banal e frequente.

A história habitual é a de uma infeção assintomática que cura espontaneamente (pode demorar um a dois anos).

A razão porque atualmente se defende o uso do teste de HPV, associado ao teste de Papanicoläou, na deteção precoce do cancro do colo é permitir identificar as mulheres com infeção persistente em que há risco aumentado de cancro do colo do útero.

À luz dos conhecimentos atuais, isto significa que uma mulher com uma citologia normal e um teste de HPV negativo não é considerada uma mulher de risco para cancro do colo. No entanto, se citologia normal e teste de HPV positivo, terá de ser avaliado o tipo de infeção. Na maioria dos casos o teste repetido ao fim de um ano torna-se negativo, mas se for positivo (infeção persistente) significa que há um risco aumentado de vir a desenvolver cancro. As mulheres deste último grupo têm que ser vigiadas (6 em 6 meses, um ano no máximo) com o objetivo de detetar e tratar qualquer lesão que surja no colo (tratamento precoce).

A identificação do tipo de vírus (genotipagem) dá uma ideia de prognóstico.

 

Como requisitar o Co-Teste?

O seu ginecologista é quem melhor a poderá aconselhar e será ele a requisitar a sua análise, requisitando a citologia e o teste de HPV em simultâneo.

Exames Histológicos
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Na sequência de uma endoscopia ou de um ato cirúrgico podem ser retirados pequenos fragmentos ou órgãos (total ou parcialmente).
Estas biopsias ou peças cirúrgicas são enviadas para análise.

No laboratório, após um cuidado exame macroscópico, são selecionadas áreas representativas para a observação microscópica

No final é elaborado um relatório.

Exames per-operatórios
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O exame per-operatório é um exame histológico efetuado durante o ato operatório, com o objetivo de orientar a intervenção cirúrgica.

O Anatomopatologista desloca-se ao local onde se efetua a cirurgia e faz in loco o exame histológico das amostras necessárias.

Imunohistocitoquímica
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A imunohistocitoquímica utiliza técnicas com recurso a anticorpos que permitem identificar componentes com importância para o diagnóstico, prognóstico, terapêutica ou caracterização funcional.

Disponibilizamos um painel de mais de 50 anticorpos, SISH.

Consulte aqui a tabela.

Genotipagem de HPV
Mycobacterium tuberculosis e sensibilidade à rifampicina
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O teste Xpert MTB/RIF é baseado na biologia molecular e pesquisa a presença de DNA de Mycobacterium tuberculosis complex, causador da tuberculose. Permite também avaliar a resistência ao antibiótico rifampicina. O teste é automatizado e utiliza a tecnologia PCR, em equipamento automatizado.

Em Dezembro de 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) elegeu o Xpert MTB/RIF utilização em países com tuberculose endémica e como uma pedra basilar no combate globar à tuberculose. A mesma OMS reconheceu nesta nova tecnologia, o potencial para revolucionar o diagnóstico da tuberculose(*).

(*)http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2010/tb_test_20101208/en/index.html

Pesquisa de Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae
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Cobas 4800 CT/NG Test - Pesquisa de Chlamydia Trachomatis e Neisseria gonorrhoeae

Todos os anos, ocorrem no EUA, perto de 4 milhões de casos de infeções por Chlamydia Trachomatis e 1 milhão de infeções por Neisseria gonorrhoeae (1, 2).

A co-infecção com Chlamydia Trachomatis e Neisseria gonorrhoeae não é incomum (3). De facto, mais de metade dos pacientes diagnosticados estão infetados com ambos os agentes patogénicos, e assim, torna-se importante testar os indivíduos para ambos os agentes. Além disto, as complicações de uma infeção deste tipo, não tratada, podem ser graves.

É recomendado que todas as mulheres jovens, sexualmente ativas, sejam testadas pelo menos uma vez por ano (4), para estes dois agentes patogénicos.

Referências:
Eng, TR et al. 1999. Prevention of sexually transmitted diseases. A model for overcoming barriers between managed care and public health. Am J Prev Med. 16:60-69.
Centers for Disease Control and Prevention. Morbid Mortal Weekly Rep. 2002;51 (15):1-39.
Centers for Disease Control and Prevention. 2000. Gonorrhea - United States, 1998. Morbid Mortal Weekly Rep. 49:538-542.
Washington AD, Browner WS, Korenbort CC. Cost-effectiveness of combined treatment for endocervical gonorrhea considering co-infection with Chlamydia trachomatis. JAMA. 1987;257:2056-2060

 

O seu ginecologista é quem melhor a poderá aconselhar e será ele a requisitar a sua análise, solicitando a pesquisa de Chlamydia trachomatise/ou Neisseria gonorrhoeae.

A pesquisa é efetuada na mesma amostra utilizada da citologia líquida (ThinPrep®). Em alternativa, a pesquisa poderá ser efetuada em amostra de urina, tanto em homens como em mulheres.

Pesquisa de CMV
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É um vírus da mesma família que o herpes, bastante frequente e que se transmite através dos fluidos corporais.

A tecnologia PCR em tempo real, utilizada pelo LAP, permite detetar este agente com bastante sensibilidade.

Pesquisa de HSV 1 e 2
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O vírus HSV (herpes) infecta preferencialmente a mucosa da boca e a zona genital. É uma doença crónica, sem cura, com alternância de períodos assintomáticos e outros em que reaparecem os sintomas devido a fatores externos como a exposição solar e períodos de maior fragilidade do indivíduo.

O HSV1 tem características que o levam a ser particularmente infecioso e virulento para as células da mucosa oral. O HSV2 tem características de maior virulência e infecciosidade para a mucosa genital. No entanto, o HSV1 também pode causar herpes genital e o HSV2, herpes bucal.

A tecnologia PCR em tempo real, utilizada pelo LAP, permite detetar e diferenciar estas duas estirpes, com bastante sensibilidade.

Pesquisa de Mycoplasma genitalium
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Mycoplasma genitalium é um agente transmitido por via sexual recentemente descoberto e que pode ser difícil de diagnosticar, uma vez que tem sintomas semelhantes à gonorreia e à clamídia, co-existindo muitas vezes com outras DSTs. Muitas mulheres que sofrem de vaginose bacteriana sofrem também de infecção por Mycoplasma genitalium. Também afeta o homem e é uma das possíveis causas de uretrite. Na ausência de tratamento, esta infeção pode levar a cervicite nas mulheres e a uretrite ou infertilidade em ambos os sexos.

O LAP, utiliza a tecnologia PCR (Polymerase Chain Reaction) para identificar a presença do ADN do Mycoplasma genitalium e assim obtém grande sensibilidade na pesquisa deste agente infecioso.

Para comodidade da utente e do médico, pode ser utilizada a mesma colheita
da citologia líquida Thinprep®.

Pesquisa de Ureaplasma urealyticum
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A infeção por Ureaplasma urealyticum é muito comum. Este agente é altamente contagioso e muitas das vezes não produz qualquer sintoma. Pode ser transmitida pelo sangue, saliva e até pelo ar.

O LAP, utiliza a tecnologia PCR (Polymerase Chain Reaction) para identificar a presença do ADN do Ureaplasma e assim obtém grande sensibilidade na pesquisa deste agente infecioso.

Para comodidade da utente e do médico, pode ser utilizada a mesma colheita da citologia líquida Thinprep®.

Co-Teste (Cobas HPV + ThinPrep)
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O que é?

O Co-Teste é a associação da citologia líquida pelo método ThinPrep® com o teste de HPV pelo método PCR em tempo real Roche COBAS® HPV.

CARACTERÍSTICAS

1º- Maior segurança - Sensibilidade 100%;
Valor preditivo negativo 100%.*
2º- Resultado num documento único.
3º- Sugestões adaptadas das guidelines da ASCCP** 2006/2007.
4º- Preço SuperPap < Papanicoläou + Teste de HPV.
5º- Casos referidos para colposcopia – 7,9%* 

*HPV in screening and triage-The Canadian cervical cancer screening trial (CCCAST); HPV TODAY N15 June 2008.
** ASCCP-American Society for Colposcopia and Cervical Pathology

A infeção por vírus de alto risco é muito banal e frequente.

A história habitual é a de uma infeção assintomática que cura espontaneamente (pode demorar um a dois anos).

A razão porque atualmente se defende o uso do teste de HPV, associado ao teste de Papanicoläou, na deteção precoce do cancro do colo é permitir identificar as mulheres com infeção persistente em que há risco aumentado de cancro do colo do útero.

À luz dos conhecimentos atuais, isto significa que uma mulher com uma citologia normal e um teste de HPV negativo não é considerada uma mulher de risco para cancro do colo. No entanto, se citologia normal e teste de HPV positivo, terá de ser avaliado o tipo de infeção. Na maioria dos casos o teste repetido ao fim de um ano torna-se negativo, mas se for positivo (infeção persistente) significa que há um risco aumentado de vir a desenvolver cancro. As mulheres deste último grupo têm que ser vigiadas (6 em 6 meses, um ano no máximo) com o objetivo de detetar e tratar qualquer lesão que surja no colo (tratamento precoce).

A identificação do tipo de vírus (genotipagem) dá uma ideia de prognóstico.

 

Como requisitar o Co-Teste?

O seu ginecologista é quem melhor a poderá aconselhar e será ele a requisitar a sua análise, requisitando a citologia e o teste de HPV em simultâneo.

Teste HPV - Cobas HPV
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É um teste de rastreio de cancro do colo do útero e é utilizado em conjunto com a citologia ginecológica.

Deteta 14 tipos de HPV (HPV de alto risco) identificando em separado o HPV 16 e 18.
Permite, por isso, uma excelente estratificação do risco de cancro do colo do útero e o planeamento adequado do seguimento ou tratamento das doentes.

Possui marcação CE-IVD, obrigatório em Portugal ao abrigo de decreto-lei Dec189/2000. Este teste é  aprovado pela FDA para utilização nos EUA.

O LAP participa no controlo de qualidade externa – UKNEQAS.

Gene Xpert GBS
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A infeção por Streptococcus do grupo B ainda permanece como a principal causa de sepsis neonatal. As taxas de colonização materna não se alteraram mas o rastreio pré-natal às 35-37 semanas, combinado com o uso de antibióticos levou a um decréscimo de doença(1,2).

Contudo, a baixa sensibilidade quando utilizados os métodos tradicionais de pesquisa doStreptococcus do grupo B (Cerca de 50% de falsos negativos(3) quando testados por cultura) leva a uma estratégia baseada no risco, o que expõe 65-68% das mulheres a antibióticos. Esta situação tem sido ligada ao aparecimento de estirpes multirresistentes.

Outra questão é o tempo necessário para obter um resultado, que no caso da cultura serão vários dias.

A Biologia Molecular permite ultrapassar este problema e o LAP disponibiliza um teste molecular com as seguintes características:

PERFORMANCE

Sensibilidade: 99.0% (95% CI = 96.3–99.9)
Especificidade: 92.4% (95% CI = 90.1–94.4)

  • Resposta em 30 minutos após a entrada da amostra no laboratório.
  • Processo de colheita muito similar ao método convencional (contactar o LAP para obter meios de colheita e informação)

1. CDC. (2010). Prevention of Perinatal Group B Streptococcal Disease, Revised Guidelines. Morbidity and Mortality Weekly Report, Vol.59.

2. ACOG, A.C. (2011). Prevention of Early-Onset Group B Streptococcal Disease in Newborns. Committee Opinion, 1.

3. Paolucci, M. E. (2012). How can the microbiologist help in diagnosing neonatal sepsis?International Journal of Pediatrics, 14.

HPV Rápido
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  • Genotipagem parcial do HPV 16 e HPV 18/45 e os restantes 3 grupos, permite a estratificação de risco;

  • Controlo interno da amostra garante a fiabilidade do resultado;

  • Os resusltados em 1 hora permitem ao clínico a gestão do caso no próprio dia.

 

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Hipermetilação de painel genético para cancro do colo do útero
Bladder Cancer Monitor
Painel de agentes infeciosos do colo
BRAF
RAS
Instabilidade de microssatélites
EGFR
BRCA-1 e BRACA-2
Tissue Lung Custom (NGS)

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