Ensaios Clínicos
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Qual é o papel da Unilabs nos Ensaios Clínicos?
A Unilabs, líder nacional em diagnóstico clínico integrado, atua como parceiro externo de diagnóstico, colaborando com a execução de exames essenciais para a realização dos ensaios clínicos, promovidos pela indústria farmacêutica.
Dispomos de uma rede operacional de norte a sul do país, sustentada pela exigência e fiabilidade das nossas equipas. Estabelecemos relações com variadas entidades para o apoio em todas as especialidades disponíveis nos nossos serviços, com particular concentração nas áreas de Radiologia e Medicina Nuclear.
A Unilabs participa há mais de 20 anos enquanto prestador externo de serviços nos Ensaios Clínicos e destaca esta efeméride para reforçar o papel importante desta atividade para o avanço da prática clínica e da medicina.
O que é um Ensaio Clínico?
Um ensaio clínico é um estudo, geralmente promovido pelas entidades farmacêuticas e suportado por parceiros de diagnóstico como a Unilabs, realizado para comprovar a segurança, eficiência e melhoria de um tratamento na condição de saúde do doente.
É um processo de grande exigência e que desempenha um papel desconhecido, mas fundamental para a prática clínica. Para além da Oncologia, os ensaios clínicos abrangem também doenças Reumatológicas e Neurológicas.
Qual é o papel da Unilabs nos Ensaios Clínicos?
Ao dia de hoje decorrem, com os serviços da Unilabs, 190 ensaios clínicos, cerca 183 ativos, ou seja, ainda com doentes em estudo. Destes, 41 advêm de entidades farmacêuticas. A Unilabs apoia estas entidades em especialidades nas quais é referência nacional como a Radiologia e a Medicina Nuclear. Os exames realizados no âmbito dos ensaios incluem várias modalidades da Radiologia Convencional, a Densitometria Óssea, a Tomografia Computorizada, a Ressonância Magnética e a Medicina Nuclear, incluindo a PET (Tomografia por emissão de positrões). Estes exames são realizados por técnicos de Imagiologia e relatados por médicos preparados e alocados aos ensaios clínicos. A coordenação da Medicina Nuclear é da responsabilidade da Dra. Elisa Botelho, na Neurorradiologia a Dra. Alexandra Lopes e na Radiologia o Dr. Miranda Rodrigues e o Dr. Luís Guimarães.
Evolução ao longo dos anos dos Ensaios Clínicos
Inicialmente, os exames eram apenas a TAC e a Ressonância Magnética. As imagens dos exames eram impressas em película o que, para avaliar a resposta ao tratamento específico do ensaio, obrigava a um trabalho suplementar de contabilização, comparação com exames anteriores e medição das lesões, que não podem acompanhar as imagens.
O envio das películas, documentação e CDs de cada ensaio para os laboratórios, tornava o processo mais complicado e demorado logisticamente. Atualmente a tecnologia permite o arquivo e envio de imagens e documentação de forma muito mais eficiente, permitindo um melhor tempo de resposta.
Como funcionam os ensaios clínicos?
- Na organização desta prestação de serviços existem 3 vertentes necessárias para uma resposta adequada, administrativa, técnicos de imagiologia e médicos.
- Cada ensaio clínico envolve procedimentos complexos onde os vários intervenientes devem garantir qualidade, fiabilidade, segurança e o anonimato dos participantes no estudo.
- Os pacientes participantes ingressam através de centros recrutadores com os investigadores clínicos como elemento-chave, articulados com os coordenadores de estudo de cada unidade que por sua vez contactam as nossas duas coordenadoras de imagem para marcação dos exames dentro de prazos estritos para garantir que o doente não falha o recrutamento e posteriormente realiza os exames dentro do tempo adequado a cada ensaio clínico.
- As nossas coordenadoras de imagem desempenham um papel fulcral nesta organização interna fazendo ainda a ponte com os centros recrutadores (hospitais) e os promotores internacionais dos ensaios clínicos (farmacêuticas). Procederam também à elaboração de um manual de procedimentos interno para garantir o bom funcionamento e a continuidade do nosso gabinete de ensaios clínicos.
- Todas as pessoas envolvidas nos ensaios clínicos têm obrigatoriamente de fazer formação específica quer sejam da área administrativa, técnicos Imagiologia ou médicos de Radiologia, Neurorradiologia e Medicina Nuclear. Aos técnicos compete o cumprimento rigoroso dos protocolos inerentes a cada ensaio clínico para assegurar a máxima qualidade dos exames realizados.
- Aos médicos compete a leitura e interpretação das imagens e a elaboração dos relatórios segundo os critérios de avaliação da resposta consoante o tipo de patologia em estudo fornecendo a informação necessária para o investigador principal acompanhar a evolução da resposta ao tratamento específico em curso e a continuidade do paciente no ensaio clínico.



