Rastreio Cancro do Pulmão
O cancro do pulmão é um dos tumores malignos mais letais em todo o mundo, sendo responsável por mais mortes do que os tumores da mama, próstata e colo-rectal juntos
O rastreio funciona?
expand_more- Sim, funciona. Recentemente foram publicados na literatura médica estudos de rastreio de cancro do pulmão (NELSON, NLST) que demonstraram uma significativa redução da mortalidade por cancro do pulmão, entre o grupo de indivíduos rastreados com TAC de baixa dose de radiação comparativamente com o grupo dos não rastreados.
- Estes estudos mostram uma redução de cerca de 26% da mortalidade nos homens e mais de 40% nas mulheres.
Quais são os riscos?
expand_more- Os testes de rastreio de cancro não são perfeitos. Alguns cancros podem não ser detetados (falso-negativos) e algumas manchas incomuns podem ter aspeto cancerígeno quando na verdade não o são (falso-positivos), o que significa que as pessoas podem fazer alguns outros testes desnecessários.
- No entanto, os exames de TC de baixa dose expõe as pessoas a níveis muito baixos de radiação.
O que acontece após o rastreio?
expand_more- Com o rastreio através da TAC de baixa dose procuramos encontrar pequenos nódulos ou outras alterações sugestivas de cancro do pulmão.
- Na grande maioria das vezes o exame é normal. Nestes casos, exame sem nódulos, o paciente é reencaminhado para o seu médico assistente.
- O rastreio não é um exame pontual. É necessário um rastreio frequente, anual, se o seu médico assim recomendar para que um eventual cancro em desenvolvimento possa ser detetado o mais cedo possível.
E se houver nódulos?
expand_more- Se o exame mostrar que tem um ou mais nódulos, a equipa clínica que o acompanha trabalhará consigo no sentido de elaborar um plano apropriado de monitorização e testes que permitirão fazer o diagnóstico correto e aferir o estadio da doença com vista ao melhor tratamento.



